segunda-feira, 5 de novembro de 2007


Madrugada adentro

Fantasmas passeiam...

São os de minh’alma

Que sossêgo anseiam.

Quem os há de acalmar

Que os consolará,

Na vida que tarda

Na noite que estica

E desaba sobre os telhados?


Vilemar F. Costa

Um comentário:

  1. Gostei muito desse poema.
    Fantasmas da alma...muito bom.
    um abraço

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