quinta-feira, 1 de novembro de 2007



Soa o angelus

no vagar dos sinos.

Percorro a olhar,

Vazio,

Na praça,

Quantos vultos sugam

meus olhos.

Quanta angústia e melancolia

Ocupam o fim do dia.

Então o angelus emudece

E a vida retoma

O ritmo da noite.

Sobram os anjos...

Vilemar F. Costa

2 comentários:

  1. Meu Grande Ir. Vilemar,
    Quão grande Poeta tu és.
    Meus parabéns.
    Um forte abraço.
    Arimatéia
    www.arimateia.med.br

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  2. Vilemar,
    belas imagens você conseguiu neste texto. Só penso que anjos nunca sobram. Será? Um abraço.

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