quarta-feira, 22 de junho de 2011


Vagueio a cada ronda da noite
Que sou
Penso
Que sou desejo
Que sou
O que sou,
Poeira  sombra  cinza
Errante
Varando penumbras
Nas noites quebradas,
Gaiola ao peito
Mente prisioneira de babel
Anti-fênix
À borda das dobras do mundo,
Enquanto a vida
Sob a luz solar
Vaza por entre as grades
Da gaiola da prisão
E vive
No mágico deserto
Ao largo
Do vicejante rio
Ao lado.
                            Vilemar F Costa






Duplo
A totalizar-se um
Desintegrar-se luz
Poeira estelar prisioneira em sombras
Perdida no labirinto de astros e sonhos
Perdida no crepusculo
De pó e sombras sob a tenue luz
Que vaza  as grades da gaiola
Não sou questão de consciencia
Que submete coração e alma
Lugar de entrada e saída
Acontece
Sempre e outras vezes


Busco repasto nas cinzas



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