quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Nesta moderna sociedade do espetáculo, 
como podemos observar numa noite de verão, caranguejos a lançar bolhas no meio do mangue?
No cotidiano desta civilização do espetáculo, 
quando poderemos ter uma tarde livre para ouvir junto às plantas cantos de cigarras?
Que tempo livre sobra para observar a lua cheia refletida na agua cristalina de um lago ou numa maré?
Neste liberalismo capitalista selvagem, em que predomina a tendência de retrocesso à barbárie,
quando reconheceremos no olhar do outro o caminho que nos une na defesa da justiça, da igualdade, da hospitalidade e fraternidade?
Como perceber no estender de mãos do outro, no ser e sujeito do próximo, o que é o ser humano?
Como despertar da hipnose do sistema e despertos considerar que juntos devemos estar na construção de uma realidade em beneficio e interesse de todos: homens, animais, natureza?

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